AS COXINHAS DE GALINHA –
Certa tarde-noite de uma quinta-feira, conversa animada rolando em mesa de bar. De repente, um casal amigo se aproxima e toma assento; saboreavam umas cheirosas e apetitosas coxinhas de galinha, de fazer inveja aos senhores deputados, mesmo depois do farto lanche da tarde, na Câmara Federal em Brasília.
Bom papo rolando na mesa; de repente começa a tomar conta do recinto, apesar do bom vento que circulava, um cheiro desagradável; a vaporização vai cada vez mais aumentando e tomando conta do ambiente da boa roda de conversa. Todos na mesa, já em franco desconforto ambiental, olhando um para o outro com certa desconfiança, procurando descobrir o autor da vexatória peça.
Inquieto e envergonhado, não suportando mais o fartum em suspensão, o maridão, muito delicadamente e de cara bem limpa, bate na coxa da querida companheira e diz alto e bom som:
– Mulher, maneira aí, que as coxinhas começaram a fermentar e evaporar com força. Do jeito que vai, daqui a pouco não vai ficar mais ninguém na mesa, nem mesmo as cadeiras vazias.
BEM EMPREGADO! –
Lá pelos anos de 1970, tendo como palco o imortalizado Estádio Juvenal Lamartine, jogavam pelo certame da cidade o América FC e o Ferroviário EC-(Ferrim) de Joãozinho Paiva, da Rede Ferroviária. Partida acirrada, o Ferrim impondo uma certa dureza ao time rubro. Nada de sair gol para o time do América e o Ferrim gostando do jogo e levando sempre perigo iminente para a meta rubra.
No decorrer da partida, o centro-médio Jácio, bom jogador – ex-alecrinense, campeão da cidade em 1964, esbanja futebol e literalmente comanda a equipe tricolor. Assistindo tudo aquilo, já se achando desmoralizado, um diretor do América, figura não muito privilegiada pelo dom da beleza, sentado no banco dos reservas bem próximo do gramado, não suportando mais as ofensas no campo da bola, desabafa e esbraveja:
– Deixa a bola passar nego boçal”!
Jácio domina a bola faz uma jogada de mestre e caminha lentamente em direção ao banco de reserva do América, onde se encontrava o diretor e, responde com a tranquilidade do ex-bilionário Eike Batista à frente ao Juiz Sérgio Moro:
– Realmente sou negão e assumo de corpo e alma a minha cor. Mas você é o diretor de futebol mais feio que existe no mundo!
O diretor, roborizou, levantou- se do banco, ameaçou entrar em campo para enfrentar o negão, mas foi contido pelos jogadores que estavam no banco. Final da história: o diretor levantou e ficou com o justo troféu e no pódio do diretor mais feio do mundo!
Bem empregado!!!
Berilo de Castro – Médico e escritor
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