O governo federal divulgou na última semana a segunda etapa do Start-Up Brasil, programa que pretende acelerar o desenvolvimento de novas empresas de tecnologia. O objetivo é fomentar 100 startups inovadoras com R$ 200 mil em bolsas para cada uma. Nove aceleradoras selecionadas vão oferecer apoio e investir outros R$ 36 milhões nessas empresas em troca de participação societária. Ao final do programa, as que tiverem melhor desempenho terão acesso a outros R$ 100 milhões.
A iniciativa, que integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), se baseia em iniciativas internacionais bem-sucedidas, como o Startup Chile e o Startup America, e tenta resolver dois velhos problemas brasileiros: a informalidade e a falta de capacitação do empreendedor. Ao mesmo tempo, oferece capital para tentar reduzir o atraso tecnológico e ampliar a competitividade do País em um mercado em que o custo do crédito é alto.
O programa gerou muita expectativa, mas os dois últimos editais foram motivo de polêmica. Quem é do mercado diz que o modelo adotado é semelhante ao de outras iniciativas públicas que tiveram baixo impacto. Ao definir que qualquer empresa formalizada com menos de três anos seja uma possível candidata, o governo permite que se misturem pequenas empresas e startups. Se a banca avaliadora não distinguir esses negócios, o programa ficará parecido com outros.
O feriado do Dia do Trabalhador, celebrado na próxima sexta-feira (1º) vai provocar mudanças no…
Um deslizamento de terra nesta terça-feira (28) em uma falésia na praia do Madeiro, em…
Uma medida provisória publicada nessa terça-feira (28) abre crédito extraordinário de R$ 330 milhões para subsidiar…
A família brasileira-libanesa assassinada por Israel no Sul do Líbano buscava roupas e pertences na…
DÓLAR COMERCIAL: R$ 4,9970 DÓLAR TURISMO: R$ 5,2030 EURO: R$ 5,8470 LIBRA: R$ 6,7620 PESO…
Os efeitos da guerra no Oriente Médio chegaram a um dos setores mais importantes da economia brasileira.…
This website uses cookies.