Na hora de comprar um celular, você se preocupa com quanto tempo a bateria dura sem ter que recarregar? Muita gente pensa assim. E uma pesquisa da agência de consultoria IDC mostra que a bateria é o terceiro fator – atrás de preço e câmera – mais importante para o consumidor.
Faz sentido se preocupar tanto com a bateria. Ela é uma das maiores responsáveis pelo tempo de vida do aparelho, segundo Leonardo Munin, analista da IDC na América Latina.
As baterias de íon de lítio, usadas pela maior parte dos fabricantes de smartphones, utilizam reações químicas como uma das bases de seu armazenamento de energia. E os compostos parte das reações se desgastam conforme o aparelho é recarregado e descarregado.
“Desde que foi introduzida, essa tecnologia apresentou um salto gigantesco, e as químicas evoluíram muito”, afirma a pesquisadora. Por que, então, os smartphones atuais não conseguem passar dias sem serem recarregados como seus antepassados “burros”?
“Por um lado, você tem a bateria que evoluiu bastante, e por outro você tem o celular que deixou de ser um simples telefone. Aliás, hoje a coisa que você menos faz é falar nele. Um smartphone não duraria nada com uma bateria daquelas antigas”, diz Rosolem.
A Apple, por exemplo, afirma que o carregamento nos iPhones acontecem de forma acelerada até 80%, então mudam para carga mais lenta com objetivo de aumentar sua longevidade.
Baterias de íon de lítio não são responsáveis pela energia apenas de smartphones. Elas são usadas em notebooks e em carros elétricos. Por isso, são alvo de pesquisas.
Tudo sem correr riscos de segurança, porque uma superfície menor é traduzida em temperaturas maiores. Algo parecido ao que aconteceu com os modelos Galaxy Note 7, da Samsung, que ficaram conhecidos por provocarem explosões e até foram banidos de aviões.
“No caso da Samsung, eles fizeram um empacotamento [da bateria] que ficou muito apertado. Ela se deformou com o tempo e acabou gerando a explosão”, explica Rosolem.
Cientistas do Instituto de Pesquisas Toyota da América do Norte trabalham em baterias à base de magnésio, que prometem densidade muito maior, além de serem mais baratas e terem vidas mais longas. As pesquisas estão em fase de testes e devem demorar anos até chegarem ao mercado.
Já uma equipe da universidade americana de Drexel desenvolve uma bateria com um material supercondutor que permite carregamento completo em segundos. Para celulares, pode parecer exagero, mas pode resolver problemas de veículos elétricos.
Fonte: G1
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