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Ambev registra lucro de mais de R$ 12 bilhões em 2019

A Ambev, maior fabricante de cerveja e refrigerantes da América Latina, registrou lucro líquido de R$ 12,188 bilhões em 2019, o que representa uma alta de 7,4% frente aos R$ 11,347 bilhões registrados em 2018.

Já o lucro líquido ajustado, que exclui eventos extraordinários do resultado, foi de R$ 12,549 bilhões no ano passo, alta de 8,5% ante 2018, enquanto que o lucro atribuído aos controladores somou R$ 11,780 bilhões.

No 4º trimestre, o lucro líquido foi de R$ 4,219 bilhões, o que representa um crescimento de 21,8% contra o mesmo período do ano passado. Já o lucro líquido ajustado somou R$ 4,635 bilhões, alta de 24,4%.

A receita líquida consolidada da companhia cresceu 7,9% em 2019, somando R$ 52,6 bilhões, enquanto o volume de vendas registrou alta de 2,7%.

Vendas de cerveja no Brasil crescem 3,2% em volume

A receita líquida da operação brasileira cresceu 7,1% no ano e somou R$ 28,7 bilhões.

No ano, o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 3,2%, alcançando 80,3 milhões de hectolitros, enquanto que a receita aumentou 5,6%. No 4º trimestre, o volume de cerveja no país subiu 1,4%, para 23,6 milhões de hectolitros, com a receita mostrando acréscimo de 1,2%.

Já as vendas de bebidas não alcoólicas aumentaram 11,3% no volume no ano e 16,1% em faturamento.

Já na América Central e Caribe, o volume vendido no ano teve crescimento de 5,3%.

“No ano, as marcas premium do portfólio (Stella Artois, Budweiser, Corona e Becks) cresceram dois dígitos, desempenho que faz da Ambev a líder absoluta do segmento no país”, destacou a empresa.

Perspectivas

Para 2020, a Ambev disse que espera continuar enfrentando pressões sobre o custo em cerveja no Brasil, “ainda que em menor intensidade do que no ano anterior, dado que teremos um impacto favorável de commodities”.

De acordo com a empresa, tal contexto, em conjunto com investimentos em vendas e marketing mais concentrados no início do ano, deve gerar uma redução do Ebitda de Cerveja Brasil entre 17% e 20% no primeiro trimestre de 2020.

“Ao longo do ano, esperamos que nosso desempenho melhore gradualmente, na medida em que a pressão sobre o custo do produto vendido arrefeça, assim como o faseamento das despesas de vendas e marketing se normalize.”

Na visão de analistas do BTG Pactual, o cometário cauteloso da companhia deve provocar mais revisões de baixa nas previsões para os resultados da companhia.

“Isso mais uma vez ressalta o quão mais difícil o mercado de cervejas no Brasil se tornou com o fim do monopólio virtual da Ambev, crescimento do canal doméstico, erosão do valor da marca no ‘mainstream’ e na falta de escalabilidade no prêmio, o que coloca o notável poder de preço da Ambev e margens operacionais em risco”, escreveram Thiago Duarte e Henrique Brustolin.

Fonte: G1
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