Apertar, agitar, cheirar, olhar com atenção… Cada um tem o seu jeitinho de analisar se as frutas, verduras ou legumes estão em boas condições para compra e consumo. Mas será que você está fazendo certo? Para começar, não existe uma regra universal, cada produto tem uma técnica especial para avaliação.
Veja a seguir 10 dicas que englobam vários tipos de frutas ou hortaliças.
O ideal é escolher cada unidade do produto que você está comprando, alerta a nutricionista Karin Honorato. Isso porque é possível que os alimentos posicionados mais em baixo, de difícil análise, estejam em condições piores.
O primeiro passo para escolher cada unidade é usar todos os seus sentidos, começando pelo tato: aperte levemente, para verificar se a estrutura do alimento tem firmeza. Características como partes moles e odor forte podem indicar que o produto já está muito amadurecido e impróprio para o consumo.
Verifique também se as frutas e as hortaliças não estão murchas e machucadas.
A cor é outro fator importante. Cada fruta tem o seu padrão. Por exemplo, a casca do limão deve ter brilho, indicando que tem mais suco. Já a do abacate deve ser fosca, um sinal de que não foi colhido há muito tempo.
As folhosas também possuem suas particularidades, aponta a nutricionista. É preciso evitar as que estão amareladas, esbranquiçadas ou muito murchas. O padrão é que elas sejam mais firmes, verdes e sem furinhos.
Para os itens que têm cascas, observe se elas estão intactas, até mesmo aquelas que costumam se despedaçar mais fácil, como a da cebola e a do alho. “A casca é a proteção”, explica Karin, portanto, elas precisam estar “fechadinhas” e não pode estar saindo água das extremidades.
Vale também checar se elas têm furos e se não há manchas na casca.
Analise se não há alguma estrutura saindo das extremidades, pois, quando existem brotações, é sinal de que o produto está mais envelhecido. Isso pode acontecer também com a cebola, o alho e a batata, por exemplo.
Na correria do dia a dia pode parecer mais prático comprar as hortaliças e as frutas já cortadas, principalmente aquelas mais duras, como a abóbora e a melancia, mas isso não é recomendado pela nutricionista. A razão é que, assim, os produtos estragam mais rápido.
Quando o alimento está partido e essa metade tem contato com o ar, o desenvolvimento de fungos é impulsionado. Portanto, caso você ainda prefira esse tipo de comercialização, certifique-se de que o plástico filme esteja bem colocado para evitar este contato com o ar.
Com os alimentos menores, há mais chances de conseguir escolher um que esteja uniformemente maduro e adequado.
Quando você compra um produto muito grande, ele pode até parecer estar maduro por fora, mas o mesmo pode não estar acontecendo na parte interna completamente. Em outros casos, pode ter partes maduras e alguns pontos em que ele já esteja até estragado.
Karin ressalta essa dica especialmente para a compra de maçãs, abobrinhas e bananas. Estas devem ter a casca lisa, sem alteração, não podem ser muito amolecidas e, quanto menor, mais fácil é verificar tudo isso.
Algumas pessoas são acostumadas a furar ou quebrar um pedaço do alimento na hora de escolher. É muito comum partir o quiabo para verificar se não está murcho ou duro demais ou enfiar a unha no chuchu e na pera pelo mesmo motivo. Contudo, a nutricionista não recomenda esse hábito.
Isso, na realidade, acaba machucando a fruta ou hortaliça. Além disso, é possível verificar a qualidade apenas com a textura do lado de fora, conforme explicado nas dicas anteriores.
Bons para a escolha e para o bolso, os alimentos de safra costumam ser mais baratos, suculentos e saborosos, afirma Karin.
“Geralmente, quando está na safra, você consegue uma produção mais perto, não precisa de fazer transportes tão longos”, acrescenta. Com isso, o produto chega mais fresco às prateleiras.
Alguns alimentos não amadurecem fora do pé, então a compra deve acontecer com eles já maduros, contudo, por esse mesmo motivo, eles têm uma vida menor em casa. É o caso da uva, que pode acabar ficando mais amarela, murcha e mole se levar muito tempo para ser consumida.
Para evitar que isso aconteça, o ideal é comprar apenas a quantidade que será ingerida em um período mais curto.
Fonte: G1RN
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