De acordo com a pasta, o problema ocorre “devido à demanda de procura e o quantitativo limitado de doses recebidos pela pasta”.
“A SMS reforça que realizou o pedido para a reposição dos imunizantes e segue aguardando do Governo do Estado do Rio Grande do Norte o envio de novas remessas de vacinas para realizar o abastecimento das salas de vacinação da capital”, informou a pasta.
A Inter TV visitou por pelo menos cinco unidades de saúde nas zonas Leste, Oeste e Sul da cidade na tarde desta quarta (29) e em nenhuma delas havia o imunizante.
Em algumas unidades, a falta de doses já ocorre há pelo menos duas semanas, segundo as equipes de saúde.
As unidades visitadas foram:
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou que vai enviar nesta semana para Natal 4.500 doses recebidas do Ministério da Saúde.
Segundo a pasta, em 2026, até este mês de abril, foram recebidas do MS:
O Ministério da Saúde enviou 2,2 novas milhões de doses de vacina contra a Covid para todos os estados em abril. Entre janeiro e março, 4,1 milhões já haviam sido enviadas, com 2 milhões já aplicadas.
A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde diretamente às secretarias estaduais de saúde (SES), responsáveis pela logística de recebimento e distribuição das doses aos municípios.
O esquema de vacinação contra a Covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis, segundo o Ministério da Saúde.
Podem se vacinar contra a Covid:
A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.
Segundo o MS, em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal por Covid. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por Covid (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por Covid.
O Ministério da Saúde refoça que, diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção.
“As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis”, informou a pasta.
Fonte: G1RN
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