Vaias ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pedidos para que o vice-presidente Michel Temer “vista a faixa já” no lugar da presidente Dilma Rousseff e divergências sobre a continuidade da aliança com o governo petista marcaram o congresso do PMDB, realizado ontem, em Brasília.
Investigado por crimes de corrupção e suspeita de contas irregulares na Suíça, Cunha chegou ao lado de Temer e, mesmo “blindado”, ao iniciar seu discurso, foi alvo de vaias de um pequeno grupo que estava na plateia. Em sua fala, Cunha repetiu sua defesa ao distanciamento do PMDB do governo e reforçou a necessidade de candidatura própria à Presidência da República, em 2018. “Essa voz (do PMDB) não pode ser abafada por meia dúzia de carguinhos”, disse, referindo-se aos sete ministérios que o partido possui no governo. “O PMDB terá candidato em 2018. Isso é inevitável”, reforçou.
O vice-presidente, que desde sua chegada foi recebido com gritos de “Brasil pra frente, Temer presidente”, chegou a ter o seu discurso interrompido por manifestantes, que exibiam bonecos infláveis com caricatura da presidente Dilma vestida com uma faixa presidencial na qual está inscrita a palavra “impeachment”, e que pediam para que ele assumisse a Presidência.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também chegou ao lado de Temer e Cunha, evitou falar em saída do PMDB da base aliada do governo. “O momento é de colaborar com saídas, apontar caminhos e direções. O PMDB está querendo prestar esse papel”, afirmou.
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