O número de pessoas que morreram na Suécia, um dos poucos países europeus que não adotaram medidas de isolamento social, bateu recorde em abril desde o mês de dezembro de 1993.
Em abril, o número de pessoas que morreram por todas as causas (não somente Covid-19) foi de quase 10,5 mil. Em dezembro de 1993, foram mais de 11 mil mortes.
Se for analisado o índice de mortes por 100 mil habitantes, o pico foi em janeiro de 2000, quando esse indicador foi de 110,8 pessoas. Em abril, esse índice foi menor, de 101,1.
Tanto em 1993 quanto 2000, as altas no número de mortes foram atribuídas a surtos sazonais de gripe.
Um levantamento do jornal “The New York Times” mostrou que, para o período entre 16 de março e 3 de maio, houve 27% mais mortes do que a média histórica.
Em número absoluto, isso representa 3.300 pessoas a mais, para esse intervalo de datas.
Os números de óbitos na Suécia deixam em evidência a diferença com os países da mesma região. Veja os índices de mortos por 100 mil habitantes de Covid-19 na Suécia e na Dinamarca:
A Suécia não impôs medidas severas de confinamento. O país fechou instalações de esportes, baniu aglomerações de mais de 50 pessoas e visitas a asilos para idosos. Os colégios e universidades foram fechados. Parte da população passou a tralhar de casa.
Alguns restaurantes que não observaram regras de isolamento social chegaram a ser fechados.
A expectativa é que a economia do país encolha 6,1% neste ano.
Fonte: G1
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