Cerca de 100 mil pessoas fazem atualmente tratamento de diálise em todo o Brasil. O país conta com 750 clínicas habilitadas para prestar esse tipo de serviço – a maioria privada. “Por enquanto, a gente ainda dá conta da demanda, mas o número de pacientes aumenta mais rápido que o número de clínicas”, alertou a presidenta da Sociedade Brasileira de Nefrologia, Carmen Tzanno.
No Dia Mundial do Rim, lembrado hoje (12), ela explicou que, nos últimos dez anos, o número de brasileiros em diálise aumentou 134% enquanto o número de estabelecimentos que oferecem o serviço cresceu apenas 40%. “É uma preocupação porque o Brasil optou pelo direito universal à saúde. Somos hoje 200 milhões de pessoas e há um número muito grande de pacientes precisando desse atendimento”.
Ao cobrar maiores investimentos no setor, Carmen ressaltou que o tratamento de diálise é caro, exige medicação especial e requer mais atenção por parte do governo. “A estimativa é que um em cada dez brasileiros tenha algum grau de lesão renal. Nossa luta é por esses milhões de pessoas que precisam da nossa atenção, pelos 100 mil pacientes que estão em diálise e pelos 35 mil que estão na fila do transplante de rim”, disse.
O Ministério da Saúde informou que o número de serviços de hemodiálise passou de 483, em 2004, para 702, em 2014. De acordo com a pasta, os investimentos no setor no ano passado totalizaram R$ 2,57 bilhões.
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