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Sete novos grupos emergentes terão projetos apoiados pelo Governo do Estado e CNPq

Sete novos grupos de pesquisa emergentes estabelecidos no Rio Grande do Norte serão apoiados com recursos no valor de R$ 1,4 milhão oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da contrapartida do Governo do Estado, via Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado (FAPERN). A segunda chamada do Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) vai financiar pesquisas nas áreas de Engenharia de materiais e metalurgia, Fisioterapia e terapia ocupacional, Psiquiatria, Pesca e aquicultura, Biofísica e Ciência da computação.

Levando em conta o fato dos recursos de R$ 2,6 milhões disponibilizados no edital 003/2012 não terem sido totalmente comprometidos, a FAPERN informa que uma nova chamada para o Pronem será lançada ainda esse ano. Como das duas edições anteriores, os projetos devem ser executados por grupos de pesquisa já estabelecidos ou em fase de implantação, liderados por pesquisadores com até 20 anos de obtenção do título de doutorado. O núcleo deve ser constituído por pelo menos três pesquisadores principais com linha de pesquisa comum ou complementar e com reputação técnico-científica reconhecida.  Atualmente, a FAPERN apoia 11 grupos com recursos do Pronem.

Julgamento

 A seleção dos projetos, definida no edital, tem quatro fases. Na primeira, o Departamento de Análises de Projetos da FAPERN verifica se todas as exigências do Edital estão cumpridas. Na segunda fase consultores ad hoc (Bolsistas de Produtividade nível I do CNPq), de outros Estados da Federação analisam o mérito e a relevância das propostas. A terceira fase consiste na análise e julgamento de mérito e relevância das propostas, por um Comitê Consultivo formado preferencialmente por pesquisadores Bolsistas de Produtividade nível 1 atuantes em outros estados da Federação. Após a análise de mérito e relevância de cada proposta e da adequação de seu orçamento, o Comitê Consultivo poderá recomendar à FAPERN a aprovação da proposta, com ou sem cortes orçamentários; ou a não aprovação da proposta. A última fase é consiste na análise, pela Diretoria do CNPq, das propostas ranqueadas pela FAPERN a qual poderá ratificar o parecer das propostas não recomendadas pelo Comitê Assessor; aprovar ou não a lista final das propostas a serem financiadas, com os valores dos respectivos orçamentos.

Ponto de Vista

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