O ex-governador Sérgio Cabral foi condenado nesta terça-feira (19) pela quarta vez na Operação Lava Jato. No âmbito da operação Eficiência 2, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, o senteciou a mais 15 anos de prisão.
Cabral havia sido condenado a 72 anos em outros três processos. As penas agora chegam a 87 anos, em quatro ações: três com Bretas, no Rio, e uma com o juiz Sérgio Moro, no Paraná.
Além de Cabral, foram condenados nesta terça mais 10 réus, incluindo a mulher dele, Adriana Ancelmo. A condenação ocorre no mesmo dia em que ela deixou a prisão em Benfica, após o ministro Gilmar Mendes, do Superior Tribunal Federal (STF), decidir na segunda-feira pelo retorno da ex-primeira dama do estado à prisão domiciliar.
Foram condenados:
Foram denunciados:
De acordo com o MPF, Henrique, presidente da Funderj à época, utilizava-se do cargo para gerenciar as propinas pagas pelas empresas contratadas. Dessa forma, segundo a denúncia, Lineu, assessor e pessoa de confiança de Henrique, recolhia o dinheiro, retirava um percentual para ambos, e repassava para os operadores financeiros Carlos Miranda e Luiz Carlos Bezerra que, por sua vez, repassavam o montante a Cabral.
O MPF apontou, ainda que Henrique negociava com as empresas, apresentando-se como pessoa de confiança de Wilson Carlos, integrante da organização criminosa e diretamente ligado ao ao então governador.
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