O Ministério da Saúde deixou de repassar cerca de R$ 44 milhões para Natal, em virtude da descontinuidade das ações de saúde durante a gestão municipal anterior. Para tentar reaver os recursos o prefeito Carlos Eduardo Alves firmou compromisso em Brasília, onde esteve reunido com a secretária executiva do MS, Márcia do Amaral, no sentido de revisar as pactuações de curto, médio e longo prazos previstos no Plano Municipal de Saúde (PMS), inclusive com o envolvimento do Ministério Público do Estado.
O Plano de Emergência para a saúde prevê, ainda, a modernização da gestão com a informatização dos processos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) por meio de um financiamento da Organização Pan-americana de Saúde. Enquanto Carlos Eduardo estava em Brasília, a SMS reuniu os diretores e gerentes dos quatros Distritos Sanitários (Norte, Sul, Leste e Oeste) para definir os eixos e planos de ação prioritários para o Decreto de Calamidade Pública na saúde, assinado pelo prefeito em 31 julho.
Uma Comissão formada por seis servidores, em parceria com a Procuradoria Geral do Município e com a Controladoria Geral do Município, irá realizar ações programadas no sentido de dar uma maior celeridade na tramitação de processos e contratos em andamento.
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