O artista plástico Wellington Pereira dos Santos produziu, na rua em que mora, no município de Macaíba, na Grande Natal, um mural com a imagem das jogadoras do Brasil que vão disputar a Copa do Mundo.
O asfalto as calçadas também foram pintadas de forma temática, e um outro mural está sendo produzido do outro lado da Rua Amélia Mesquita – esse será dedicado exclusivamente à jogadora Antonia Silva, a única potiguar no mundial.
O espaço já virou ponto tradicional durante períodos de Copa do Mundo, Copa América e até Olimpíadas. Por esse motivo, é conhecida como “Rua da Copa”.
Wellington Potiguar, como é conhecido, promete que tudo estará pronto na segunda-feira (24), dia da estreia da Seleção Brasileira, “se não chover”. Ao todo, o trabalho demorou cerca de 15 dias.
“Por ser um período de chuva, a gente não consegue trabalhar durante o dia todo, porque sempre chove. Eu trabalho muito com compressor, pistolas. E chove, então sai o trabalho que a gente fez.”, contou o artista.
“Se não fosse um pouco essa preocupação, a gente já tinha finalizado. Na verdade, são dois, três dias pra finalizar um muro”.
O mural de um dos lados conta com 22 jogadoras convocadas e com a técnica Pia Sundhage – nele ainda faltam uns retoques finais. Do outro, a potiguar Antonia, da cidade de Riacho de Santana, será destaque exclusivo.
“A gente quis prestar essa homenagem para ela. Então, de um lado a gente só vai trabalhar em cima da história da Antonia”, falou Wellington.
O artista realiza essa pintura temática em homenagem às seleções desde a Copa de 2010, quando vizinhos tiveram a ideia de enfeitar a rua com a bandeira do Brasil pintada no asfalto.
Em anos recentes, o lugar ganhou o apelido de “Rua da Copa” e chamou a atenção inclusive de turistas, já que fica próxima a um dos trajetos para o Aeroporto de Natal. Além disso, recebe visita de turmas de escolas.
“Lá se vão 13 anos e a cada ano sendo ainda mais conhecido o trabalho, que já rodou o mundo, graças a Deus. Todo o estado vem pra cá, isso é bem divulgado fora também. Muita gente quer vir para fazer registros”, diz Wellington.
Após mais de uma década, ele já vê como um compromisso a decoração.
“É uma rua que movimenta a cidade. A gente não imaginava. Começou só com o pessoal daqui fazendo uma brincadeira, e não tinha ideia da repercussão que ia ter esse trabalho”.
“Hoje é fundamental fazer. Copa sem a Rua da Copa não tem nem como pensar”.
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