Dados consolidados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) indicam que o Rio Grande do Norte permanece como principal produtor de energia eólica no Brasil. As usinas potiguares produziram 1.206 MW médios no período, aumento de 50% em relação a 2015.
O levantamento aponta o estado da Bahia na segunda colocação com 693 MW médios (+54%), seguido pelo Ceará que alcançou 668 MW médios (+29%) e o Rio Grande do Sul com 519 MW médios (+39%) produzidos no primeiro semestre.
Os dados da CCEE também confirmam que o Rio Grande do Norte possui a maior capacidade instalada da fonte, somando 3.181 MW ao final de 2016, aumento de 27,5% em relação ao ano anterior. Em seguida, aparece o Ceará com 1.930 MW (+22,6%), a Bahia com 1.750 MW (+21,5%) e o Rio Grande do Sul com 1.621 MW (+6,8%).
Em 2016, o total de energia eólica entregue ao Sistema no país foi de 3.651 MW médios, aumento de 55,1% frente ao montante de energia gerado em 2015 (2.347 MW médios).
O bom desempenho das usinas eólicas fez com que a fonte aumentasse sua representatividade em toda a geração de energia do país. Em 2016, elas representaram 6% da produção, o que significa dois pontos percentuais de acréscimo.
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