O Rio Grande do Norte tem duas vezes mais potencial eólico do que o estimado há 19 anos e uma capacidade de expandir a geração em 93 gigawatts a 200 metros de altura. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) no lançamento do novo Atlas Eólico e Solar do estado, que é atualmente o maior produtor brasileiro de energia eólica.
O documento foi lançado oficialmente em um evento nesta terça e traça o potencial completo do estado para investimento na produção das energias renováveis.
“Esses mais de 90 gigawatts que o Rio Grande do Norte tem pra produção de energia onshore são realmente um novo marco do potencial para produção de energia”, explicou o diretor do Senai, Rodrigo Mello.
O estudo aponta onde estão as melhores áreas para investimento. Para energia solar, o estado tem potência instalável de 82 gigawatts para geração centralizada, o que representa uma potência duas vezes e meia maior do que foi necessário para o consumo de energia elétrica em todo o Nordeste em 2019, por exemplo.
No caso da energia eólica, a capacidade aumenta de acordo com a altura, chegando a 94 gigawatts a 200 metros.
A energia produzida no estado seria o equivalente a toda energia elétrica brasileira em 2020. Além dos parques em terra, a aposta é que no futuro os parques em alto mar na costa potiguar sejam suficientes para gerar aproximadamente um terço da energia elétrica brasileira produzida em 2020, por exemplo.
“Somando isso, nós temos uma inifinidade de mercados com capacidade de expansão para novos projetos, empreendimentos, gerando emprego, oportunidades no setor de geração energia e possibilitando que o estado siga esse caminho, fazendo a transição energética e liderando também o setor no país”, explicou o coordenador de desenvolvimento energético do RN, Hugo Fonseca.
Foram quase três anos de estudos para a elaboração do Atlas eólico e solar, com mais de 20 profissionais especialistas envolvidos. O investimento total no projeto foi de R$ 2,6 milhões.
“Existe toda uma equipe com várias expertises diferentes, então a gente tem essa fama, porque o atlas traz essa visão integrada, sistêmica da coisa”, explicou a presidente da Abeeólica, Élbia Gannoum.
Para medir o potencial do estado, foram instaladas torres anemométricas, que são as que medem a energia eólica, em dois municípios: Jandaíra e Areia Branca. No caso de Areia Branca, para a implantação da eólica off-shore, fucionando dentro do mar, a 14 quilômetros da costa.
Para medir a energia solar, os estudos foram feitos em seis estações solarimétricas instaladas em Mossoró, Lajes, Nova Cruz, Jandaíra e Pau dos Ferros.
“Os investidores sabem que o Nordeste tem muitos recursos renováveis, mas é muito importante apontar onde estão para que eles realmente venham fazer seus investimentos no estado e que a energia traga crescimento no PIB do estado”, disse Mariana Torres, pesquisadora do Instituto Senai de Inovação.
Fonte: G1RN
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