O Rio Grande do Norte confirmou nessa sexta-feira (1º) o primeiro caso de varíola dos macacos do estado. O caso começou a ser investigado em 23 de junho.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o paciente tem 40 anos e está estável, sem necessidade de internação, isolado em sua residência.
O homem teve histórico de viagem recente à Espanha. Ele foi atendido na rede de saúde do estado no dia 23 de junho, teve o caso notificado e enviado para investigação.
“O paciente está bem, em casa, em isolamento, e segue sendo monitorado pela equipe de infectologistas do Hospital Giselda Trigueiro. É importante destacar pra toda a população que nós já mantemos na rede estadual um fluxo de atendimento em diagnóstico para possíveis casos de monkeypox [varíola dos macacos] aqui no RN”, explicou a subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Diana Rêgo.
Com a confirmação do primeiro caso, a Sesap reforçou à população a necessidade de manutenção dos cuidados e atenção aos sintomas.
“Solicitamos e também gostamos de informar à toda a população sobre a importância de identificar os possíveis sintomas e procurar o quanto antes as unidades de saúde”, pontuou Diana.
Recentemente, a Secretaria de Saúde do RN emitiu uma orientação aos municípios para o tratamento da doença em hospitais.
A rede de saúde estadual já conta com um fluxo de atendimento pronto, destacados os hospitais Giselda Trigueiro, em Natal, e Rafael Fernandes, em Mossoró, para tratamento de eventuais casos.
A transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados.
Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.
A infecção é autolimitada com sintomas que duram de duas a quatro semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre zero e cinco dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa.
A erupção cutânea começa entre um e três dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.
A infecção viral já se espalhou por mais de 30 países, incluindo o Brasil. O primeiro caso de varíola dos macacos no país foi confirmado na cidade de São Paulo no dia 8 de junho.
O paciente, um homem de 41 anos que viajou à Espanha, segundo país com o maior número de casos da doença, foi colocado em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na Zona Oeste da capital.
Fonte: G1
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