A REJEIÇÃO DO CONTINUÍSMO POLÍTICO NAS ELEIÇÕES – Luiz Serra

A REJEIÇÃO DO CONTINUÍSMO POLÍTICO NAS ELEIÇÕES –
Em Brasília, esta máxima de bastidor saiu à luz do sol, é o sentimento carregado pelos anos de denúncias e atuação quixotesca, por vezes, do judiciário na busca por arejar a cena da disputa eleitoral que se aproxima. Em São Paulo até candidatos veteranos procuram se aliar a nomes que surgem naturalmente como lógica de depuração pelo público que acompanha os acontecimentos, mesmo como decisão inconsciente. No Rio de Janeiro a circunstância é mais complexa em razão do eterno populismo que rege as eleições quase sempre por lá.
Em Natal, vislumbra-se, que muitos sabem “em quem não votar”, diante da prostrada imagem da cidade, que esteve nas luzes da mídia nacional da pior forma possível. Natal é uma cidade que representa a cultura nacional, onde nomes expressivos da arte e do folclore, são de altíssima expressão, como Luiz da Câmara Cascudo. Espera-se uma reação que esteja na remissão de expectativas para o próximo pleito que escolherá o governante do Estado. Natal precisa agora de arte e competência e menos populismo, como no geral da população brasileira.
De nomes que sobressaem no debate expositivo, observo o do jornalista e compositor Nelson Freire, titular deste Blog, que vejo tender a congregar boas expectativas para uma solução possível na condução do desígnio citadino e da vida potiguar. Caso tome essa decisão, já tem o meu apoio declarado! Embora o conhecendo há pouco tempo, ficou evidente a sua visão de mundo e de amor ao estado e à cidade, através de sua arte, dos seus textos parcimoniosos e repletos de boas possibilidades de congregar a uma segura administração.
Um imbróglio nesse campo seletivo eleitoral estabelece-se tanto em Brasília, São Paulo, no Rio de Janeiro, quanto no Rio Grande do Norte, já que as instâncias deletérias e de risco financeiro e moral chegaram às alturas! Os nomes sairão de última hora, e nem sempre carreiam a melhores soluções. O que mais anseiam as paróquias eleitorais é sair desses sacos ‘sem fundo’, das páginas judiciais, e urge a melhora no atendimento da saúde e da segurança públicas, entre outras tomadas de posição e ação urgentes.
Vemos, contudo, que há nomes a serem consignados à conjunção de valores e à harmonia de sentimentos. Natal certamente saberá jungir o seu sufrágio universal e consentâneo de forma a reverter o desânimo social e comunitário com satisfatória opção cívica.
LuizSerraProfessor e escritor
As opiniões contidas nos artigos são de responsabilidade dos colaboradores
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