Londres inicia nesta quarta-feira (29) um processo de ruptura com a União Europeia que colocará fim a mais de quatro décadas de um casamento dominado pelas questões econômicas.
“Desde 1973, foi uma relação utilitarista com o foco voltado para a dimensão econômica”, disse Pauline Schnapper, professora de estudos da civilização britânica na Universidade de Sorbonne de Paris. “A dimensão sentimental foi quase inexistente”, acrescentou, em declarações à AFP.
“Foi uma relação transacional”, estimou, na mesma linha, Anand Menon, professor britânico de política europeia do King’s College de Londres. “Consequentemente, o divórcio é bastante lógico”.
O Reino Unido não quis se somar inicialmente ao projeto europeu, concebido após a Segunda Guerra Mundial em um espírito de reconciliação.
“Não nos sentíamos vulneráveis o bastante para nos somarmos”, resumiu Menon. No fim, os britânicos ganharam a guerra, e se sentiam fortes com sua relação especial com os Estados Unidos e com o que restava de seu Império.
Isso não significa que se opusessem ao projeto, lembrou John Springford, diretor de pesquisas do Centro para a Reforma Europeia, de Londres. Como prova disso há o discurso que Winston Churchill pronunciou em 1946, em Zurique, convocando a criação dos “Estados Unidos da Europa”.
Fonte: France Presse
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