O Rio Grande do Norte tem, atualmente, um déficit de quase mil leitos nas redes pública e privada de Saúde, de acordo com cálculo baseado em recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). O problema da falta de leitos, que até pouco tempo era exclusivo do sistema público, também atinge, hoje, parte da população que pode pagar pelos serviços de saúde. Nos últimos meses, os hospitais privados da capital potiguar estão trabalhando no limite da capacidade de internação, de acordo com diretores de unidades consultadas pela reportagem. O atendimento está saturado.
Enquanto a OMS recomenda 2,5 a 3 leitos hospitalares disponíveis para cada 1000 habitantes, o Estado tem bem menos que isso. Dos 8.434 ideais, com base na estimativa do IBGE para a população em 2013, o Estado conta com 7.454 leitos clínicos e cirúrgicos. O déficit maior é para os casos de UTI.
A maior parte dos hospitais privados do Estado se concentra em Natal. Enquanto algumas dessas unidades planejam investir numa ampliação de leitos em médio prazo, outras relatam falta de condições para isso. De acordo com o médico Guilherme Maia, diretor da Promater, a demanda de pacientes dobrou nos últimos anos, enquanto a oferta ainda é a mesma do passado.
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