A produção de veículos no Brasil cresceu 29,9% em relação ao mesmo mês de 2018, segundo os resultados divulgados nesta quinta-feira (6) pela associação das fabricantes, a Anfavea. Quando comparado ao mês anterior, abril, o crescimento foi de 3,1%.
Durante o último mês, foram produzidos 275,7 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, contra 267,6 mil de abril. Em maio de 2018 foram 212,3 mil.
“Parte desse crescimento [da produção] foi porque a base de maio passado foi afetada pela greve dos caminhoneiros”, explicou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. Na época, as indústrias ficaram, em média, 8 dias paradas.
Apesar da crise na Argentina, que afeta diretamente a indústria brasileira, as exportações também registraram aumento em relação ao mês anterior, de 20,7%, mas caíram 30,7% quando comparadas com maio de 2018.
“Em maio, o setor teve um momento bom para a exportação, apesar da Argentina. Foi impulsionado por México e Colômbia”, afirmou Luiz Carlos. No entanto, a entidade já admite rever as previsões de 2019 por influência do desempenho do país vizinho.
Após passar por uma crise em 2015, o mercado de caminhões mostra plena recuperação mês a mês. Em maio, o crescimento em relação a 2018 foi de 51,3% – de 7,4 mil para 11,2 mil unidades. De abril para maio, a subida foi de 19,3%.
O número atual é o melhor desde novembro de 2014, quando foram produzidos 11.778.
De acordo com a Anfavea, a previsão é de que 3,14 milhões de veículos sejam produzidos no Brasil em 2019, representando uma alta de 9% em relação ao resultado de 2018. Já as exportações prometem fechar o ano com queda de 6,2% quando comparadas com o ano passado – 590 mil veículos, contra 629 mil de 2018.
Contudo, Luiz Carlos Moraes reforça a revisão dos números. “Vamos revisar a exportação e isso vai afetar a produção total também”, disse.
O número de trabalhadores na indústria caiu em maio em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2019, as fabricantes de autoveículos (carros, comerciais leves, caminhões e ônibus) mantiveram 110.249 empregados, contra 113.349 em 2018. A queda foi de 2,7%. Em relação a abril deste ano, o número caiu 0,2%.
Fonte: G1
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