Com os ajustes esperados na curva de produção da Petrobras e as incertezas sobre o volume de gás a ser reinjetado na produção de óleo dos campos do pré-sal, o governo acha improvável que se confirme nos próximos anos a “tsunami de gás” imaginada anos atrás. Ontem, a diretora do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia disse que o Brasil não está diante de um boom de gás nacional e que a perspectiva é que esse energético não chegue barato ao mercado. Talvez grandes volumes tenham que ser reinjetados para aumentar a produção de óleo. Isso é natural, mas significa que não estamos de frente de um boom de gás do pré-sal
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