Até há muito pouco tempo, a infertilidade uterina era vista como um problema intratável e mulheres que nasciam sem o útero, com má formação ou que tinham perdido o órgão para um câncer não tinham nenhuma esperança em relação à maternidade. Mas, com o avanço da medicina, uma sueca de 36 anos se tornou a primeira mulher do mundo com útero transplantado a dar à luz, levando esperança a outras mulheres em situação semelhante.
A pioneira nasceu sem o útero e fazia parte de um programa teste junto a outras seis mulheres, em que todas se submeterem a um transplante uterino. Após o procedimento, elas realizaram um tratamento de fertilização in vitro. Nove meses depois, o primeiro resultado positivo veio na forma de um menino saudável, nascido em outubro do último ano. Após o nascimento, a mãe teve seu útero novamente removido, o que é importante para que as pacientes não precisem continuar tomando remédios para combater a rejeição do órgão transplantado, evitando os efeitos nocivos do medicamento a longo prazo.
O procedimento levantou um sinal verde para o tratamento de problemas de infertilidade uterina e levou esperança a milhares de mulheres em situação semelhante. Enquanto isso, outras quatro das seis pessoas transplantadas estão grávidas e, assim que os resultados positivos forem comprovados, hospitais de toda a Europa, EUA, Austrália e China já planejam iniciar programas de transplantes semelhantes. Infelizmente, o tratamento não será acessível a qualquer pessoa e pode chegar a custar cerca de 100 mil euros (quase R$ 350 mil).
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