De acordo com o prefeito do município localizado a 245 km de Natal, a prefeitura realizou na última quarta-feira (6) reuniões com as famílias dos pacientes afetados pela infecção.
“Já começamos as indenizações. Ontem mesmo tivemos reuniões com as famílias e estamos conversando. E depois vamos cobrar de quem errou”, disse o prefeito.
Questionado sobre o que poderia ter sido feito para evitar a situação, o prefeito disse que “da parte da gestão, nada”.
Segundo o gestor municipal, a prefeitura não tem culpa da situação e está empenhada em saber quem vai responder pelo caso.
“Uma coisa é culpa, a outra é responsabilidade. O município tem responsabilidade e não culpa. Provavelmente, a empresa, a maternidade. Quem vai dizer é o Ministério Público, eu não sei quem é que vai responder”, afirmou.
Tiago Almeida alega que o município contratou a maternidade e a empresa que fez as cirurgias, mas agora cabe ao Ministério Público tomar as medidas necessárias e dizer quem será responsabilizado.
Um mutirão de cirurgias de catarata realizado pelo município de Parelhas, localizado a cerca de 245 km de Natal, nos dias 27 e 28 de setembro, resultou em uma infecção bacteriana que atingiu 15 pacientes. Dez deles precisaram retirar o globo ocular afetado.
Todos os 15 pacientes infectados passaram pela cirurgia no primeiro dia de mutirão, segundo a prefeitura.
As cirurgias foram realizadas por uma equipe da empresa Oculare Oftalmologia Avançada LTDA, contratada pelo município. A maternidade teve o centro cirúrgico alugado também pela prefeitura para a realização dos procedimentos.
O município informou que a empresa foi contratada por R$ 59.524,32 para realizar as cirurgias, “mas o pagamento ainda não foi efetuado, pois a Administração Municipal aguarda a conclusão da investigação em curso”.
“Até o momento, foi pago apenas o valor de R$ 5.000,00 à Maternidade Dr. Graciliano Lordão pelo uso do centro cirúrgico, mediante convênio”, complementou a prefeitura.
O problema que atingiu os pacientes é a endoftalmite, uma infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.
As autoridades ainda não informaram se algum profissional envolvido nos procedimentos será responsabilizado pelas infecções.
Fonte: G1RN
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