O preço da cesta básica em Natal aumentou 12,41% em 2019. Os dados foram divulgados nessa quinta-feira (9) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que apontou ainda que o aumento dos gêneros alimentícios entre os meses de novembro e dezembro, em média, foi de 10,31%.
O Dieese analisa o preço das cestas básicas em 17 capitais do Brasil e 16 delas aumentaram o valor no ano passado. A capital potiguar foi a quarta que o preço mais cresceu entres a cidades analisadas no ano, ficando atrás de Vitória, Goiânia e Recife.
Por outro lado, o preço da cesta básica é de R$ 383,76, que representa o quarto menor valor entre as cidades analisadas. O preço só é mais barato do que em Natal nas capitais Salvador, Aracaju e João Pessoa.
Segundo o Dieese, oito produtos tiveram alta acumulada de preço em 2019: banana (69,77%), feijão carioquinha (54,91%), carne bovina de primeira (27,51%), óleo de soja (8,33%), açúcar refinado (4,07%), leite integral longa vida (2,67%), manteiga (1,53%) e pão francês (0,65%).
Por outro lado, caíram os preços do tomate (-22,93%) farinha de mandioca (-10,61%) e café em pó (-8,29%) – o valor médio do arroz agulhinha não sofreu alteração.
Entre novembro e dezembro, o que mais aumentou foi o preço médio do tomate (19,23%), seguido pelo feijão carioquinha (19,13%), carne bovina de primeira (17,12%), banana (15,52%), farinha de mandioca (3,25%), leite integral longa vida (3,22%), arroz agulhinha (1,63%) e pão francês (1,08%). Caíram os preços do café em pó (-2,93%), açúcar refinado (-1,71%), óleo de soja (-0,24%) e manteiga (-0,15%) diminuíram.
O Diesese também analisa o custo médio da cesta básica em relação ao salário mínimo e o tempo de trabalho. Em dezembro de 2019, o trabalhador natalense remunerado pelo salário mínimo comprometeu 84 horas e 36 minutos da jornada mensal para adquirir os gêneros essenciais, tempo maior que o de novembro, que foi de 76 horas e 41 minutos. Como comparação, em dezembro de 2018, o tempo comprometido foi de 78 horas e 44 minutos.
A cesta básica em Natal comprometeu 41,80%, do salário mínimo líquido em dezembro – já após o desconto referente à Previdência Social – e 37,89% em novembro. Em dezembro de 2018, por exemplo, esse percentual era de 38,90%.
Fonte: G1RN
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