O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 0,96%, na primeira prévia de abril ante 0,85%, no encerramento de março. De acordo com a apuração feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), essa elevação de 0,11 ponto percentual foi provocada, principalmente, pelo avanço no grupo alimentação (de 1,66% para 2,05%). Entre os itens que mais pressionaram a inflação estão as carnes bovinas cujos preços em média ficaram 2,48% mais altos ante uma alta de 1,61%.
Mais três grupos de um total de oito pesquisados apresentaram aumentos de preços: saúde e cuidados pessoais (de 0,49% para 0,71%) sob o efeito dos medicamentos (de 0,04% para 0,73%); vestuário (de 0,63% para 0,97%) puxado pelo aumento de preços de roupas (de 0,80% para 1,28%) e despesas diversas (de 0,26% para 0,36%) com destaque para a cobrança dos serviços em clínica veterinária (de 0,78% para 1,32%).
Já em comunicação, o consumidor foi favorecido pela queda na média de preços em 0,08% ante uma alta de 0,05%. O principal motivo foi o recuo da tarifa de telefone residencial (de -0,48% para -0,63%).
DÓLAR COMERCIAL: R$ 4,9520 DÓLAR TURISMO: R$ 5,1590 EURO: R$ 5,8310 LIBRA: R$ 6,7500 PESO…
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