PREÂMBULO A UM ELOGIO –
(Tributo ao Dr. José Jorge Maciel)
QUEM DIZEIS QUE EU SOU?
Essa pergunta é tanto curiosa quanto instigante. A partir dela percebi a frágil memória que temos em saber sobre a vida – real, de nossos pais, quiçá outros familiares. É sabido e conhecido apenas a face vivida e memorativa que registramos pelo que vimos e ouvimos deles.
Como membro da Academia Macaibense de Letras, ocupando a cadeira 35, cujo Patrono é o médico Dr. José Jorge Maciel, tenho me deparado com alguma dificuldade em saber, de forma mais coloquial, sobre o homem José Jorge, despojado dos méritos justos e dignos da carreira política e médica que transcende a curiosidade de saber lá “pras trás” sobre o menino e jovem José.
Como foi sua infância? Quais seus sonhos de jovem? Como e sobre o que opinava em seu grupo de amigos? Quais suas paixões? Como percebia as coisas e os fatos, à época de rapaz? Quais seus hábitos e costumes? O lia e o que ouvia? Qual o seu papel como líder natural entre os amigos? Quais seus amigos mais chegados? Como enfrentava os desafios que surgiam no seu caminhar? O que o fez despertar para a medicina?
Não é instigante?
Claro que tenho encontrado relatos que tratam de sua linha da vida, porém todos eles quase padronizados em forma de biografia.
De Olímpio Maciel, Valério Mesquita, Ivan Maciel e Anderson Tavares, tenho obtido, através de textos e publicações, variáveis que vão mais além e, que me ajudaram a traçar uma diretriz alinhada com o caráter e importância histórica e social, deste emérito patrono. Isso, para encaminhar um conjunto de visões que resulte na publicação “Elogio ao Patrono”.
Ademais, Olímpio Maciel, tem me abastecido de inúmeras fotos do patrono, que em parte, ilustrarão, com destaque, para o “conhecer visual” do brilhante José Jorge Maciel.
A essa junção acrescento o discurso proferido na posse da Cadeira 35 da Academia Macaibense de Letras, no qual teci também o meu olhar, mais formal, sobre o patrono.
Se eu conheci o Dr. José Maciel?
Conheci sim.
Não seria um privilégio, essa condição?
Sobre ele tracei minhas lembranças no artigo “O Médico, a Bola e a Vaca Holandesa” publicado no saudoso O JORNAL DE HOJE e inserido no blog Ponto de Vista, de Nelson Freire, em 11 de novembro de 2016.
Artigo este que será reproduzido e também fará parte do pretenso e, guardado de expectativa pessoal, livro sobre o que eles (os citados acima) e eu sabemos sobre o Dr. José Jorge Maciel.
Se você, caro leitor, também tem ou sabe algo sobre o Dr. José Jorge Maciel, não se acanhe, envie para meu e-mail (josuacosta@uol.com.br) que será útil para o propósito, ou seja, o “Elogio ao Patrono”.
Aguardemos, pois.
Carlos Alberto Josuá Costa – Engenheiro Civil, escritor e Membro da Academia Macaibense de Letras (josuacosta@uol.com.br)
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