Os produtos, que são das marcas Perdigão e Seara, respectivamente, são, na verdade, frangos que passaram por uma seleção genética para se tornarem maiores do que os demais.
Diferentemente dos seus antecedentes, o frango de Natal não é usado para reprodução, mas apenas para o abate; por isso, todos os anos, os criadores devem começar o processo de linhagem novamente.
Ao contrário do que acontece com os perus — em que, na realidade, a perua é a protagonista da ceia —, apenas machos se tornam um Chester ou um Fiesta. A razão é que eles crescem mais, então a fêmea acaba sendo vendida como um produto para o dia a dia.
Entenda abaixo o processo de seleção genética do produto.
Os frangos de Natal são maiores do que aqueles que compramos para o dia a dia.
Para obter esse resultado, os produtores levam cerca de um ano organizando a reprodução entre linhagens genéticas específicas, explica Elsio Figueiredo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Suínos e Aves.
O Chester, um dos produtos mais famosos dessa linha, por exemplo, tem a característica do peito grande. A seleção desse atributo começa na geração de bisavós.
Ao todo, 4 variedades são escolhidas para a reprodução, cada uma denominada com uma letra (A, B, C e D). Cada linha tem um traço de interesse, como o peito maior, melhor rendimento de peso em relação à ração, capacidade de colocar mais ovos, entre outros.
Com base nessa seleção, as linhas são cruzadas entre si até nascer a geração ABCD, que é o frango vendido para as festas. Confira abaixo:
Fonte: G1
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