DO LEITOR –
1 – O triste episódio do estrupo coletivo no Rio de Janeiro merece muitas reflexões. Essa pobre jovem é uma dos milhares de outras que diariamente estão expostas a esse tipo de violência Eu mesmo não sabia sequer que o funk tinha virado patrimônio do Rio. Mas, infelizmente, até que combina. E agora, todos e todas ficam pousando de vestais, querendo tirar foto em cima da onça depois de morta. Nós patrocinamos este tipo de sociedade e juventude, Sexo, droga e funkroll… E as letras…..São uma verdadeira lavagem cerebral induzindo que se caia na armadilha que essa jovem caiu. O ritmo do funk e as letras são convites ao estupro e à violência, ainda mais sob os efeitos da droga e do clima do “ou dá ou desce!”. Uma realidade patrocinada e tolerada pelos mesmos que esbravejam sob os holofotes de hipocrisia.- Boni Lima – Gerente de Vendas&Marketing na área de Petróleo & Gás
2 – A sociedade perdeu seus valores morais e os benefícios da própria liberdade. Eses já não mais vistos diante da libertinagem de hoje em dia. As músicas com alusões explícitas ao sexo, enaltecidas na sociedade e tão comuns ultimamente, começam a mostrar seu resultado trágico e triste. Já se observa o erro de se consumir tanta porcaria. E por esses erros a sociedade começa a pagar caro e ainda vai pagar muito mais no futuro. – Gilberto Ivan – Cidadão brasileiro indignado
3 – Uma reflexão aos amigos sobre as Olimpíadas. Essa é mais uma grande incoerência do nosso país. Fizemos gastos absurdos com a Copa do Mundo, que nem foram totalmente concluídos. Estádios quase novos foram derrubados e reconstruídos para serem chamados de Arenas. Agora, outras construções estão sendo feitas na cidade do Rio de Janeiro para abrigar os jogos olímpicos. Praças de esportes que nem fazem parte de nossa cultura estão sendo erguidas. Certamente serão espaços que ficarão ociosos depois das Olimpíadas. Gastos absurdos com esse “Tour” da Tocha Olímpica, envolvendo estruturas das polícias dos Estados e da União, que deveriam estar sendo usadas para o combate ao tráfico de drogas e de armas. E com gastos de infraestrutura que sabemos não dispomos para a saúde ou educação. Então, onde erramos? Erramos ao assinar “um cheque em branco” elegendo um populista para Presidente e não termos tido a preocupação de fazer a fiscalização prevista na Constituição. Finalizo com um ditado popular: o brasileiro só fecha a porta depois de roubado. – Gal. Eliéser Girão Monteiro Filho – Ex secretario de Segurança do RN.
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