Um dos mandados foi cumprido na casa da viúva do ex-prefeito, no bairro Petrópolis, em Natal. Segundo a Polícia Civil, havia informações de que ela teria tentado negociar as armas com um de seus enteados, atualmente preso, em troca da renúncia à parte da herança.
As armas desapareceram desde a morte do ex-prefeito, segundo a Polícia Civil, que também cumpriu mandados na casa de um empresário suspeito de estar na posse das armas de Miguel Cabral.
A operação terminou com a apreensão de aparelhos celulares, substância orgânica semelhante à maconha, R$ 130 mil em espécie, um fuzil, uma carabina, uma espingarda e duas pistolas.
“A fase operacional de hoje teve como objetivo reunir novas provas sobre o possível mandante do crime e localizar o arsenal bélico pertencente à vítima, que permanece desaparecido desde o assassinato”, informou a Polícia Civil.
Em fases anteriores da investigação, a Polícia Civil já havia prendido os quatro executores do crime, localizados nos estados de Pernambuco e Ceará
A operação foi denominada de “Herdeiro Oculto” e envolveu policiais civis da 2ª Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Natal.
O ex-prefeito foi morto a tiros na noite do dia 3 de fevereiro no Largo do Atheneu, na Zona Leste de Natal. Criminosos a pé se aproximaram de uma cigarreira onde ele estava e atiraram contra ele, que morreu após ser levado para um hospital particular de Natal.
A PM informou que encontrou munições de calibre 9 milímetros e ponto 40 no local. Os criminosos fugiram após os disparos. Havia perfurações na face, no braço, pulso, costas, perna, coxa e tórax de Miguel Cabral.
Outras duas pessoas também foram atingidas nas pernas pelos disparos de arma de fogo e sobreviveram após serem socorridos e levadas para o hospital.
Miguel Cabral foi prefeito de São Pedro de 2017 a 2024.
Em abril de de 2021, o filho do então prefeito Miguel Cabral e um outro suspeito – funcionário da prefeitura de São Pedro – foram detidos com dois fuzis, pistola e munições no município. Eles eram suspeitos de integrar uma facção criminosa.
Na época da prisão, o diretor da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), o delegado Erick Gomes, responsável pela investigação, disse que as armas estariam sendo negociadas para uso em um plano de resgate de presos.
Segundo o delegado, o filho do prefeito fazia parte de um plano para “resgatar internos de um presídio estadual”, e a contribuição dele seria ceder os dois fuzis novos, calibre 5.56, e munições.
“Quando foi abordado, ele tinha desembarcado de seu veículo com um dos fuzis em uma sacola e 60 munições, e a pistola na cintura. Já era crime em flagrante. Fomos até a residência dele, lá encontramos mais uma sacola de munições e o outro fuzil, dentro do guarda-roupa”, disse o delegado na época.
Segundo a Deicor, o armamento estava avaliado em R$ 170 mil. As muniçõesdavam mais de R$ 200 mil.
Em 2018, esse mesmo filho do ex-prefeito havia sido detido em flagrante suspeito de sequestrar a ex-mulher e o filho de 1 ano de dentro de um condomínio em Parnamirim, na Grande Natal.
Fonte: G1RN
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