O caso foi registrado nessa quinta-feira (10), depois que a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da cidade recebeu a denúncia de que um comércio no Parque Vitória Régia estava vendendo pipas com desenhos de suásticas.
De acordo com o presidente da comissão, o advogado Hugo Bruzi, uma senhora relatou que viu os produtos no estabelecimento na quarta-feira (9) e avisou o gerente de que se tratava de um símbolo nazista.
“Mas ele teria dito que era preferível ter aquela pipa do que ter algo relacionado ao Lula ou ao PT. Por conta disso, ela entrou em contato com a OAB e nós fomos ao estabelecimento na quinta-feira”, afirma.
Ainda conforme o advogado, a comissão encontrou as pipas na entrada do comércio e questionou o gerente sobre a venda dos produtos. “Ele disse que não sabia do que se tratava, desconversou o que a cliente tinha dito, negou que tinha falado aquilo e alegou que as pipas chegaram todas em um lote”, relata.
A Polícia Militar foi até o local e o dono do estabelecimento, de 50 anos, foi levado à delegacia. À equipe policial, o homem alegou que recebe as pipas em uma caixa fechada do fabricante, sem escolher as estampas, e que não sabia o significado do símbolo.
Segundo o advogado, a delegada entendeu que não foram preenchidos os requisitos de flagrante delito e o homem foi liberado.
De acordo com a Polícia Civil, será feita perícia nas pipas para verificar se as estampas foram impressas daquela forma ou se faziam parte de um grande desenho que, ao ser recortado, ficou parecido com o símbolo nazista.
O caso foi encaminhado para o 8º Distrito Policial nesta sexta-feira (11).
Fonte: G1
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