Há oito anos, a corretora de imóveis Monica Poplavsky decidiu apostar no mercado de imóveis de luxo. Hoje, acumula cerca de 400 mil seguidores em uma rede social, onde mostra detalhes das mansões que comercializa para empresários e artistas.
“Tem o cliente influencer que já começa a divulgar que está comprando uma casa antes de comprar. Aí ele compra e divulga na mídia que comprou. E tem também os empresários que não fazem questão nenhuma de mostrar que compraram, que a gente fala que é ‘luxo silencioso'”, diz Mônica.
O Profissão Repórter revelou luxos e particularidades de algumas das casas à venda.
A equipe acompanhou Mônica em uma open house — evento que reúne corretores para conhecer imóveis — em uma casa avaliada em R$ 11 milhões. No imóvel, não faltam cenários para quem quer ostentar: piscina cinematográfica,cinema com estrutura de shopping, lavabo inspirado em videogame clássico e até uma suíte exclusiva para pets, equipada com área de banho, secagem e closet.
“É uma casa que ostenta”, resume Mônica. “Quanto mais ambientes diferentes ela tiver, mais cenários a pessoa consegue criar — inclusive para usar o imóvel comercialmente”, explica.
No condomínio mais luxuoso de São Paulo, um terreno vazio de mil metros quadrados pode custar R$ 20 milhões. É lá que Monica negocia uma casa avaliada em R$ 78 milhões, revestida com mármore Navona importado da Itália, spa com sauna, lareira, escada escultural e seis suítes. A suíte principal tem cerca de 200 m², com dois closets e banheiros unidos por uma banheira.
“Quando a gente fala desse mercado de alto luxo, esse padrão de residência, nós estamos falando de um público que é internacional, ele vive o mundo e tudo que o mundo oferece. Tudo que existe no mundo de mais atualizado, novidade, instalações, materiais”, afirma a arquiteta Viviam Serpentini.
Em outra casa visitada, mais um item que reforça o luxo: um elevador particular.
“Você precisa pagar uma manutenção mensal, tem que estar sempre em dia. E instalar um elevador hoje custa em torno de R$ 100 mil”, explica Mônica.
O imóvel também conta com um armário expositor no closet — uma tendência nos imóveis de alto padrão, segundo Mônica.
“Você expõe bolsas e sapatos. Antes isso não existia, é uma novidade. E ele tem que ficar bem na frente, porque a ideia é justamente expor”, diz.
Para Monica, vender luxo exige estratégia:
“Não dá para vender o luxo sem fazer uma imersão no luxo. O corretor precisa viver esse universo.”
Nas redes, ela aposta em vídeos informais, muitas vezes gravados com o filho, para mostrar o glamour.
“O cliente de milhões já tem uma casa boa, por que ele vai comprar outra? Eu tenho que encantar ele”, afirma.
Antes de se tornar corretora, Mônica trabalhou na televisão como assistente de palco no “Programa Silvio Santos”, nos anos 80 e 90. Ela diz que a experiência na TV ajuda no trabalho atual.
“Trabalhei 11 anos com o Silvio. Eu trago muita coisa dele”, conta.
Ela afirma que não imaginava alcançar o patamar onde está hoje na corretagem. E se prepara para vender um imóvel avaliado em R$ 80 milhões. A casa tem uma garagem com espaço para 25 carros.
“Eu não tinha ambição de chegar em uma casa assim, mas cheguei — e tomara que fique. Tem um ditado que diz que, depois que a gente entra na montanha-russa, não quer mais brincar de carrossel.”
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