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Pedreiro confessa morte de Yasmin e diz que agiu sozinho

Pedreiro Marcondes Gomes da Silva, suspeito do desaparecimento de Iasmin Lorena, em Natal, foi preso no litoral potiguar (Foto: PM/Divulgação)

O suspeito do desaparecimento da menina Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos, confessou que matou a menina. Yasmin voi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, no bairro da Redinha, na Zona Norte de Natal. Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos, foi preso pela PM nessa quinta-feira (26) em uma praia no município de Touros, no Litoral Norte potiguar. Na versão contada aos investigadores, o pedreiro afirma que agiu sozinho.

A motivação do crime e se houve abuso sexual devem ser esclarecidos em coletiva de imprensa ainda na manhã desta sexta-feira (27).

Um corpo que pode ser o da menina foi encontrado na terça-feira (24) em uma casa onde o pedreiro trabalhava, na mesma rua em que Yasmin morava, na Redinha, Zona Norte de Natal. Marcondes também era vizinho e amigo da família há vários anos. A identificação do corpo ainda depende de exames de DNA, realizados pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). Encontrado com ajuda de cães farejadores do Batalhão de Choque da Polícia Militar, o corpo estava em avançado estado de decomposição.

Após a prisão, já na noite de quinta (26) a mãe e o pai de Yasmin foram conduzidos à delegacia para apresentar mais esclarecimentos. Enquanto Marcondes, que foi preso no início da tarde, era ouvido na Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol), Ingrid de Araújo prestava depoimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a titular da Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), delegada Dulcinéia Costa, que conduz as investigações, o objetivo da convocação dos pais da adolescente era confrontar informações passadas pelo pedreiro Marcondes Gomes.

A polícia também negou os boatos que se espalharam nas redes sociais, ainda durante a tarde de ontem, sobre uma suposta participação da mãe de Yasmin, Ingrid de Araújo, na morte da própria filha. A delegada da DHPP Thais Aires reforçou que “não há qualquer indício da participação dela no crime”.

Marcondes, que até então era o pedreiro responsável pela obra na casa onde o corpo foi encontrado, tornou-se suspeito ao fugir assim que equipes das polícias Civil e Militar começaram as buscas no imóvel. O cadáver foi achado graças a um cão farejador do Batalhão de Choque da PM.

Yasmin foi vista pela última vez por volta das 13h do dia 28 de março. De acordo com a família, a menina saiu de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na comunidade da África, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. A mulher que receberia o dinheiro mora em uma rua próxima, e disse que a menina sequer chegou ao destino. A família, então, procurou a polícia e fez uma queixa do desaparecimento dela. Desde então, começaram as buscas por Yasmin.

Fonte: G1RN

Ponto de Vista

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