Uma parte da falésia na praia de Pipa, no litoral Sul do Rio Grande do Norte, desabou na madrugada dessa terça-feira (11). Ninguém foi atingido e não há feridos.
O local do deslizamento é o mesmo onde, há pouco mais de um ano, um casal e o bebê de 7 meses morreram após a queda de parte da falésia. O trecho fica entre a praia do Centro e a Baía dos Golfinhos.
De acordo com a prefeitura de Tibau do Sul, logo após o incidente, “a Defesa Civil do município foi acionada e prontamente fez contato com a Defesa Civil do RN, realizou o isolamento da área e sinalização do local”.
O município informou que faz campanhas educativas pela cidade e através das redes sociais e utiliza placas de sinalização para que as pessoas não se aproximem das falésias.
“A prefeitura tem feito há meses uma campanha de conscientização da população sobre os riscos de permanecer próximo às falésias, além da implantação de sinalização de alerta”, citou em nota.
O município explicou ainda que tem acompanhado a equipe da UFRN no Projeto Falésias, que tem analisado as áreas de falésia do litoral potiguar desde a época do acidente, em novembro de 2020. O projeto, que ainda não foi concluído, sugeriu a retirada planejada de algumas construções nas falésias pelo risco de desabamento. O texto ainda tem, ao todo, 12 proposições.
De acordo com a prefeitura de Tibau do Sul, atualmente há apenas um imóvel interditado no topo da falésia. O município informou que o Projeto Falésias da UFRN “ará o diagnóstico preciso dos trechos mais críticos da região. “Atualmente a Defesa Civil isola e sinaliza os trechos onde ocorre movimentos de massa, realizando sinalização nas demais delimitações”, explicou o município.
Fonte: G1RN
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