OS SINAIS DO NOVO GOVERNO NA DIREÇÃO NEOLIBERAL –
A troca do governo Dilma por Temer foi uma mudança no sentido de uma direção neoliberal, mas privilegiando o setor financista, mantendo intocável o pagamento dos juros, uma mínima auditória da dívida não foi, sequer, levada em conta, sempre os ajustes se deram na diminuição das despesas com a seguridade social, ao ponto de congelar por vinte anos os investimentos para a educação, saúde e segurança pública.
Um dos fatos marcantes do governo que termina em dezembro foi a reforma trabalhista, diminuindo os direitos dos trabalhadores para aumentar o emprego efetivamente não conseguido, e pior, passou a tratar diferentes com igualdade, inibindo as ações trabalhistas, que diminuíram em quarenta por cento, logo a Justiça do Trabalho que na maioria das ações são discutidos direitos básicos, até de falta de pagamento de salários.
Os sinais do novo governo estão dispostos na direção neoliberal, com muito mais contundência, do Estado mínimo, diminuição de pastas e cargos, desregulamentação, privatizações, e busca de eficiência com um Estado incapaz de atender as demandas da sociedade e da cidadania, de se buscar a qualidade de vida, com todo tipo de reforma concentradora, e com resultados negativos em outros países.
A panaceia agora, recorrente na mídia é de privatizações, de sucateamento do Estado, das riquezas nacionais construídas historicamente, como parte do Banco do Brasil, de partes da Petrobras, de estatais, de tudo que for produtivo, algumas declarações surgem de maneira estapafúrdia, como propostas previdenciárias semelhantes ao que aconteceu com Chile, que precisou da intervenção agora, do governo para não deixar os aposentados em “petição de miséria”.
A crise global que se abate no mundo inteiro e teima em não terminar, com medidas gerais de diminuição do Estado, de se colocar uma imensa parcela da população no desemprego, não consegue ter uma relação de avanço tecnológico e empregabilidade, pois, não há, sequer propostas compensatórias, apenas a entrega a uma economia de mercado transloucada, sem amarras e sem controles.
A política para combustíveis aos ventos do mercado, neoliberal, consiste em um dos exemplos, liderado por grupos internacionais, já restou provado que é contra os interesses nacionais, pelas opções realizadas no passado, inclusive das privatizações realizadas na malha ferroviária que apenas desmontou as estradas férreas, nunca foi tão caro o preço de combustível direto ao consumidor, que não tem alternativas de transporte de massas de qualidade como nos países desenvolvidos, que construíram alternativas no século passado, mas, aqui, os novos gestores já afirmaram na continuidade da política de combustíveis, a perspectiva é de continuidade da crise.
Evandro de Oliveira Borges – Advogado
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