Após a decisão do Senado, Temer é, de forma interina, o presidente do Brasil. Ele deve colocar em prática o plano Ponte para o Futuro – documento divulgado pelo PMDB no final ano passado que contém planos para o país sair “da crise em que se encontra.” Segundo o professor de Direito Constitucional do IDP, Daniel Falcão, Temer poderá fazer mudanças drásticas no país. “Ele tem o poder de cortar Ministérios, demitir todo o primeiro escalão do governo, cortar o Bolsa Família. Tudo dependerá dele”, explica.
A condição de interino acompanha o cargo de presidente de Temer, pois, mesmo que o Senado tenha aprovado o processo por 55 votos, o trâmite de impeachment de Dilma ainda não foi finalizado. O Senado Federal apenas aceitou a admissibilidade e, agora, o Plenário tem 180 dias para julgar se a presidente afastada cometeu ou não crime de responsabilidade. A partir desta quinta-feira (12/5), o Senado inicia a fase de instrução. O processo volta à comissão de impeachment para ouvir testemunhas de acusação e defesa da presidente afastada. Depois, os senadores vão elaborar um parecer sobre as acusações que recaem sobre Dilma e entregarão um documento ao Plenário.
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