A orla de Natal tem sofrido com problemas estruturais e de manutenção, o que tem sido alvo de críticas de banhistas locais, trabalhadores e turistas.
As reclamações se estendem da Praia de Ponta Negra, na Zona Sul, à Praia da Redinha, na Zona Norte. Entre elas, estão banheiros sujos e interditados, além da falta de lixeiras e chuveiros públicos.
Essa falta de estrutura tem culminado com fedor e sujeira em vários pontos da orla, segundo reclamam os frequentadores.
Para alguns turistas, esses problemas atrapalham uma melhor vivência dos pontos mais conhecidos da cidade.
A falta de banheiros, inclusive, é uma das principais reclamações, já que alguns estão interditados e outros praticamente impossibilitados de serem usados devido à sujeira e ao fedor.
“Principalmente a falta de banheiros e lixeiras. Eu acho que deveria, por ser uma cidade turística, ser uma praia bem mais cuidada”, reclama a professora Eliane Carvalho, que realiza atividades físicas no calçadão.
“A pessoa entra aqui, pega uma bactéria, germe, pega tudo aqui. Isso aqui também é culpa da população que faz isso aqui, porque quando chegou não estava assim. Quem foi que fez assim? É uma pergunta pra pessoa que reclama se fazer também”, diz a atendente Fernanda Beatriz.
De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), Natal conta com 14 banheiros na orla urbana – seis conjuntos em Ponta Negra, seis na Praia do Meio e mais dois na Redinha.
Até o início de 2020, os banheiros eram operados pela iniciativa privada, mas a empresa decidiu fazer o distrato do acordo após uma sequência de atos de vandalismo, ameaças e até sequestros de zeladores.
Desde então, a estruturas estão sob responsabilidade da prefeitura. Segundo a Semsur, apenas em 2021 mais de R$ 400 mil foram investidos na manutenção dos locais. Antes, o gasto anual era de cerca de R$ 200 mil.
Apesar disso, o problema está longe de ser resolvido e os banheiros estão praticamente inutilizáveis.
“Nós somos natalenses, então, pra gente fica uma coisa feia. Quando os turistas vem pra cá, e é a imagem que tem de Natal”, comentou a potiguar Alessandra Monteiro, que é bacharel em Direito.
Em nota, a Semsur disse que está estudando um meio de manter os banheiros funcionando sem que haja ônus aos cofres do município. Enquanto o estudo de otimização não é concluído, a pasta explicou que está buscando uma parceria com os comerciantes para resolver o problema.
Fonte: G1RN
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