Nesta segunda a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai protocolar na Câmara novo pedido de impeachment. Diferentemente do que está em tramitação hoje, a entidade, responsável pela ação inicial que afastou o ex-presidente Fernando Collor, incluiu na peça denúncias de crime de responsabilidade e elementos da delação do ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral. As atenções se voltam agora ao presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia. Aos 55 anos, o advogado gaúcho foi vice-presidente da Ordem. Na época, comprou brigas com as companhias telefônicas. A briga que ele quer comprar agora, no entanto, é maior. No fim do ano passado, uma comissão da OAB sinalizou que o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff baseado apenas nas operações contábeis conhecidas como “pedaladas fiscais” não era suficiente para um apoio da entidade. Agora, três meses depois, a história é outra. Após incluir outros dados em um pedido, a Ordem mudou a posição.
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