O número de evangélicos cresceu, mas o Rio Grande do Norte ainda segue como um dos estados mais católicos do Brasil. Isso é o que aponta os dados sobre religião, do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE.
Em 2022, os católicos representaram 67,01% da população potiguar, enquanto os evangélicos chegaram ao percentual de 21,42%.
Os espíritas representaram 0,92% da população potiguar. Pessoas ligadas à umbanda ou candomblé eram 0,29%.
Mais de 7,4% dos potiguares disseram não ter religião. 0,02% disseram seguir tradições indígenas e outros 2,84% disseram ter outras religiosidades.
O percentual de católicos no estado (67%) ficou acima da média nacional, que foi de 56,7%. O número no estado só foi menor que os do Piauí (77,4%), Ceará (70,4%), Paraíba (69%) e Sergipe (67,8%).
Por outro lado, o estado também foi o quinto menor em proporção de de evangélicos. A média nacional foi de 26,9%.
Em Natal 58,63% dos moradores se declararam católicos, 24,62% disseram ser evangélicos, e 2,08% informaram que são espíritas. A capital ainda conta com 0,54% da população ligada ao candomblé ou umbanda e 4,05 informaram ser ligados a outras religiosidades. 9,91% da população disse não ter religião.
Entre os municípios potiguares, Ipueira registrou o maior percentual de católicos (90,27%), enquanto Felipe Guerra apresentou a maior proporção de pessoas sem religião (23,08%). Parnamirim foi o município com maior percentual de espíritas (2,27%).
Por sua vez, Baía Formosa se destacou e apresentava em 2022 o maior percentual de evangélicos (34,28%), de adeptos de tradições indígenas (0,93%) e de outras religiosidades (10,41%) entre os municípios potiguares.
Por fim, Venha Ver destacou-se como o município com o maior percentual de adeptos de umbanda e candomblé (2,59%)
Quando o assunto é idade, entre os católicos, os maiores percentuais estavam concentrados nas faixas etárias de 30 a 39 anos (17,53%) e 40 a 49 anos (16,47%). As faixas mais jovens, de 10 a 14 anos e de 15 a 19 anos, representaram 7,46% e 8,01%, respectivamente.
Já entre os evangélicos, as maiores proporções também se concentraram nas faixas de 30 a 39 anos (19,31%) e 40 a 49 anos (17,25%). Porém, a presença evangélica foi superior à católica nas faixas etárias mais jovens e os católicos nos grupos etários com maior idade.
Os dados do Censo ainda apontaram que a maior proporção de pessoas alfabetizadas foi observada entre os espíritas (98,7%), seguidos por adeptos de outras religiosidades (95,1%) e das religiões de matriz africana (93,89%).
Entre católicos e evangélicos, as taxas de alfabetização foram, respectivamente, 85,9% e 91,91%. A população sem religião apresentou uma taxa de alfabetização de 90,01%, enquanto os que não souberam ou não declararam religião registraram 91,18%.
A menor proporção de pessoas alfabetizadas foi encontrada entre os católicos (85,9%), que também apresentaram a maior taxa relativa de não alfabetizados (14,1%). Entre os evangélicos, a taxa de não alfabetizados foi de 8,09%.
Fonte: G1RN
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