No duelo dos melhores da atualidade, deu o número 1. Mesclando sua força física com a inteligência para os golpes na hora certa, o sérvio Novak Djokovic derrotou o suíço Roger Federer por 3 sets a 1 – com parciais de 6/4, 5/7, 6/4 e 6/4, em 3 horas e 9 minutos – e conquistou o bi do US Open, o quarto e último Grand Slam da temporada, disputado em Nova York nesse domingo (13).
Só em 2015 são três títulos de Grand Slam para Djokovic. O sérvio faturou também o Aberto da Austrália, em janeiro, e Wimbledon, em julho. Foi à decisão também em Roland Garros, mas perdeu em Paris para o suíço Stan Wawrinka – aliás, este é o único Grand Slam que o número 1 do mundo ainda não tem na carreira. No total são 10 agora – quatro em Melbourne, três em Londres e os dois em Nova York.
No US Open, esta foi a sua sexta final. Nesta temporada, este é seu sétimo troféu em 11 finais consecutivas disputadas. Na carreira, chega a 55 títulos e se consolida ainda mais como o líder do ranking mundial da ATP.
No confronto direto contra Federer, que seguirá como o número 2 do mundo, tudo igual neste momento. Em 42 jogos, esta foi a 21ª vitória de Djokovic. O suíço, que vinha de uma série vitoriosa de 28 sets consecutivos – desde a derrota na final de Wimbledon para Djokovic -, perdeu mais uma chance de alcançar o 18º título de Grand Slam.
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