É noite escura. Não aquela de meter dedos nos olhos, mas escura. O céu iluminado sem nuvens, mas com bastantes estrelas que deixam alguma claridade.
Estou no meio do mato. E caminho descalço na areia ainda um pouco morna, consequência do calor solar, pois o dia foi escaldante.
Sigo atento com todos os sentidos bem apurados e acostumados àquela situação. Escuto o cantar monótono dos animais, alguns de hábitos noturnos.
De repente a monotonia é quebrada, com alguns animais que correm no meio da mata, como se perseguidos ou a perseguir outrem.
Eu me retraio todo. Uma sensação de medo bate. Mas já estou acostumado a essa situação e tenho que seguir. Afinal, o futuro é logo mais à frente. E, portanto, não posso parar ou retroceder. Sob pena de não ir a lugar nenhum.
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