O conselho de administração da Nissan decidiu retirar o brasileiro Carlos Ghosn da presidência do conselho da montadora nesta quinta-feira (22). Ele está preso sob suspeita de sonegação e fraude fiscal.
Além do afastamento de Ghosn, os membros do conselho também aprovaram a remoção de Greg Kelly de sua posição como diretor-representativo.
A Nissan também afirmou que criará um comitê especial para buscar um substituto para o executivo, além de viabilizar uma comissão especial de governança para os próximas presidências.
De acordo com a montadora, a parceria com a Renault continua inalterada e sua missão é “minimizar o potencial impacto” na cooperação das marcas.
A reunião era prevista para durar 2 horas, mas levou cerca de 4 horas. Ainda não há informações sobre como fica a posição de Ghosn no comando da aliança Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, mas o brasileiro permanece na presidência da Renault, da qual foi substituído interinamente por Thierry Bolloré.
Ghosn é acusado de não declarar mais de 5 bilhões de ienes (o equivalente a R$ 167,4 milhões) de seu pagamento como presidente da montadora. As fraudes fiscais ocorreram entre 2010 e 2015, diz a promotoria japonesa.
Fonte: G1
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