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Neste sábado tem Ribeira Boêmia

Como já é de costume, a próxima edição do Ribeira Boêmia, que acontece no dia 14.05, terá duas participações muito especiais. A cantora potiguar radicada no Rio de Janeiro, Liz Rosa, e uma das vozes e percussão do premiado grupo de samba natalense Quarteto Linha, Alex Amorim. “Cada vez mais queremos promover este intercâmbio entre os artistas do Rio Grande do Norte e de outros estados. Embora Liz Rosa seja daqui, ganhou projeção nacional, e já dividiu palco com grandes artistas da nossa música. A participação dela e de Alex Amorim, será uma grande honra para o Ribeira Boêmia ”, explica Leonardo Galvão, idealizador e um dos produtores do Ribeira Boêmia. A tradicional roda de samba do Ribeira Boêmia acontece sempre a partir das 17h, na Associação Comercial do RN, e é composta por um time de músicos fixos:Leonardo Galvão (cavaquinho); Gustavo Monte (violão 7 cordas); Bruno César (flauta); Daniela Fernandes (voz); Rogério Madureira (voz e pandeiro); Ayrton Neto (voz e percussão); e Flaubert Benício e Rafael Prada (percussão e efeitos gerais).

A carreira profissional da cantora potiguar Liz Rosa teve início em meados de 2002, quando ela tinha 16 anos de idade. Ainda com o nome Elis Rosa, colecionou boas críticas nos jornais locais e, em pouco tempo, seu talento tomou de assalto a capital potiguar. Diante de sólida carreira no Nordeste, onde explorou o melhor do circuito musical potiguar, decidiu expandir seus horizontes musicais e, em 2007, mudou-se para o Rio de Janeiro, adotando o nome artístico Liz Rosa. Desde então, Liz passou por diversas casas do cenário musical carioca, como o TribOz, Teatro Rival, Beco das Garrafas, Miranda e Sala Baden Powel. Dividiu palco com respeitados artistas, como Miele, João Bosco, João Donato, Roberto Menescal e Leila Pinheiro. Em 2012, Liz Rosa comemorou 10 anos de carreira e lançou, em parceria com a Som Livre, seu CD homônimo

A história musical de Alex Amorim teve início a partir de influências familiares, principalmente do seu avô, morador das Rocas, que tocava cavaquinho. Em 1990, começou a treinar capoeira na UFRN, onde se encantou com toques do berimbau, do atabaque e do pandeiro, se apaixonando pela música, pelos cantos, pelas cantigas de rodas. O destino não seria outro, senão o samba chegar à vida de Alex Amorim. Começou a carreira aos 18 anos, no Grupo Zona Sul, que tinha o samba como principal ritmo do repertório e no qual passou quatro anos. Foi quando conheceu João Henrique, que o convidou para fazer parte da Banda Moleque (João Henrique é um dos componentes do Quarteto Linha, e a amizade se mantém até hoje). Participou da montagem do Quarteto Linha, juntamente com João Henrique, Ayrton Neto e Stênio. Com o grupo, gravou três CDs, sendo um deles autoral. Com o Quarteto Linha, Alex Amorim gravou o Som Brasil, programa da TV Globo que homenageou o samba e o pagode, e teve a participação de Leci Brandão.

Ponto de Vista

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