O presidente interino Michel Temer (PMDB) refutou ontem a acusação feita pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, delator da Operação Lava Jato, de que teria pedido a ele um repasse de 1,5 milhão de reais em favor da campanha do candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo em 2012, Gabriel Chalita. Temer afirmou que, com o prestigio que tem no cenário nacional para falar com empresários, não precisaria da intermediação de Machado. Adiantou também que não vai processar Machado por avaliar que “o que ele mais deseja é isso”. Temer entende que Machado quer “polarizar com o presidente da República, mas não vai dar esse valor a ele.”
Temer voltou a defender a continuidade da Operação Lava Jato, garantindo que o governo não vai interferir no curso das investigações da força-tarefa do Ministério Público Federal em Curitiba. “O Executivo jamais poderia interferir no Poder Judiciário”, disse. O presidente interino também disse acreditar que mais nenhum integrante do primeiro escalão do governo será derrubado pelas investigações da Lava Jato. Em 40 dias no Palácio do Planalto, Temer perdeu três ministros. Romero Jucá (Planejamento) e Fabiano Silveira (Transparência) caíram após serem flagrados criticando a operação em gravações feitas por Machado. A delação do ex-presidente da Transpetro também contribuiu para a última baixa na equipe de Michel Temer: a saída do ex-ministro do Turismo Henrique Alves do governo.
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