Os economistas do mercado financeiro elevaram pela oitava semana seguida a estimativa de inflação para 2022 e também passaram a projetar uma alta maior do nível de atividade neste ano.
As informações constam do relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (7) pelo Banco Central (BC). Os dados foram colhidos na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, a expectativa dos analistas dos bancos subiu de 5,60% para 5,65% em 2022.
Se confirmada a previsão, será o segundo ano seguido de estouro da meta de inflação. Em 2021, o IPCA somou 10,06%, o maior desde 2015.
Em 2022, a meta central de inflação para 2022 é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar entre 2% e 5%. Com a nova alta, a previsão do mercado se distancia mais do teto da meta.
O objetivo foi fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-lo, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic.
Para 2023, o mercado financeiros manteve em 3,51% a estimativa de inflação. Para o próximo ano, a meta foi fixada em 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.
Produto Interno Bruto
O mercado financeiro elevou a previsão de crescimento do PIB deste ano de 0,30% para 0,42%.
O aumento aconteceu após a divulgação do crescimento do PIB do ano passado de 4,6% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Para 2023, o mercado manteve a expectativa de alta do PIB inalterada em 1,50%.
O mercado financeiro manteve a expectativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 12,25% ao ano para o fim de 2022.
Atualmente, a taxa Selic está em 10,75% ao ano, pela primeira vez no patamar de dois dígitos após quatro anos e meio.
Já para o fechamento de 2023, a expectativa do mercado para a taxa Selic subiu de 8% para 8,25% ao ano. Deste modo, o mercado financeiro segue estimando queda dos juros no ano que vem, mas em menor intensidade.
Fonte: G1
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