A presidente Dilma Rousseff decidiu substituir o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), na reforma da equipe prevista para ser anunciada nesta quinta-feira, 1º. Diante do agravamento da crise política, Dilma resolveu dar um sinal mais forte de que pretende “recomeçar” o segundo mandato, ampliando as mudanças e mexendo no coração do governo.
A informação sobre a troca na Casa Civil foi confirmada ao jornal O Estado de S. Paulo por dois interlocutores da presidente. Na noite de terça-feira, 29, Dilma teve uma longa conversa com Mercadante. Quem assumirá a Casa Civil será o atual ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT).
Mercadante, porém, não deixará o governo. O último desenho da reforma ministerial prevê a volta do homem forte do Palácio do Planalto para o Ministério da Educação, pasta que ele ocupou durante dois anos (de janeiro de 2012 a janeiro de 2014) e que hoje é comandada por Renato Janine Ribeiro.
Depois de muitas e idas e vindas, Dilma concluiu que Mercadante está desgastado no relacionamento com o Congresso. Apesar de resistir muito a essa mudança, ela avaliou que a permanência do principal auxiliar na Casa Civil não contribui para a recomposição da base aliada. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – a quem cabe aceitar ou não os pedidos de impeachment contra Dilma – ,é um dos principais críticos de Mercadante.
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