Após ignorarem um ultimato da direção para desmontar acampamento, manifestantes pró-Palestina quebraram janelas e invadiram um prédio da Universidade Columbia, em Nova York, na madrugada desta terça-feira (30).
A invasão ocorreu pouco depois de a universidade começar a suspender estudantes que desafiaram o prazo e permaneceram no campus. O grupo é parte de uma onda de manifestações a favor da Palestina que tomou grandes universidades dos Estados Unidos nos últimos dias.
Nesta terça, autoridades dos EUA disseram que mais de 1.000 pessoas, entre estudantes, professores e pessoas que se uniram aos atos já foram presas durante os protestos em todo o país, que começaram a respingar na corrida eleitoral para a Casa Branca deste ano.
Os manifestantes entraram no prédio acadêmico de Hamilton Hall, quebrando janelas e portas. Imagens registradas pela imprensa no local mostram os invasores transportando cadeiras pelas escadas do prédio histórico (veja foto acima).
Até a última atualização desta reportagem, o grupo seguia dentro do prédio.
Após dar um ultimato para que os alunos deixassem o acampamento montado no campus, a direção começou a suspender os estudantes que decidiram seguir no local.
O vice-presidente do Escritório de Assuntos Públicos de Columbia, Ben Chang, não disse quantas pessoas seriam suspensas, mas afirmou que esses alunos não poderão frequentar aulas ou se graduar.
Os manifestantes em Columbia prometeram manter o acampamento até que a universidade atenda a três demandas: retirada de qualquer tipo de investimento no governo de Israel, transparência nas finanças da faculdade e anistia para estudantes e professores punidos por sua participação nos protestos.
Desde meados de abril, manifestações pró-Palestina tomaram diversos campi dos Estados Unidos, que, desde então, vivem dias de tensão.
Os manifestantes — estudantes e parte dos professores — pedem que as instituições rompam laços financeiros com Israel, um aliado-chave dos Estados Unidos. Eles consideram a relação com o país insustentável após a campanha militar israelense na Faixa de Gaza, que já deixou 34 mil mortos desde outubro, segundo o governo, controlado pelo Hamas.
Ao mesmo tempo, uma parte dos estudantes judeus afirma que não se sente segura dentro das universidades. Também há judeus que fazem parte do movimento pró-palestinos.
As manifestações já devem respingar na corrida para as eleições presidenciais do país, que ocorrem em novembro deste ano, principalmente na campanha do atual presidente, Joe Biden, que apoiou fortemente Israel no início da guerra.
Na semana passada, a candidata à presidência dos EUA pelo Partido Verde, Jill Stein, foi detida quando protestava com os estudantes.
Fonte: G1
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