De acordo com a Polícia Militar, dessa vez os tiros foram motivados por conta de uma disputa territorial entre facções. Na semana passada, o comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Coronel Alarico, havia confirmado que grupos criminosos têm tentado se instalar no bairro.
A Polícia Militar informou que o número de pessoas presas por conta dos incidentes recentes no bairro aumentou para 12. O número anterior era de sete pessoas detidas.
O suspeito mais recente, de 18 anos, foi preso neste domingo com três coletes a prova de balas roubados, celulares, materiais que seriam utilizados no tráfico de drogas e uma máscara.
Os tiros neste domingo voltaram a assustar os moradores.
“Eu estava dentro de casa e simplesmente não saí. Como eu estava com medo, eu desliguei tudo, televisão, tudo, e adormeci, não vi mais nada”, disse uma moradora que preferiu não identificar.
“É uma situação difícil e complicada. Por que infelizmente aqui não moram só pessoas que fazem parte de situações da qual muitos sabem. Aqui não só tem bandido, não só tem traficante. Aqui também existem pessoas de bem, aqui existem famílias que infelizmente se encontram no meio dessa situação difícil”, completou outra moradora, que também preferiu ter a identidade preservada.
Os outros três episódios anteriores de tiroteios no bairro foram em:
A Polícia Militar informou que tem feito uma operação chamada de “Mãe Luiza Segura” desde o dia 7 de novembro.
Até este domingo (23), segundo a corporação, 12 pessoas foram presas, sendo três delas que tinham mandados de prisão em aberto.
Além disso, a PM informou que foram apreendidas quatro armas: uma calibre ponto 40, duas pistolas 380 e um revólver calibre 38.
Um veículo clonado também foi recuperado pelos policiais, além de celulares, entorpecentes e material para tráfico de drogas apreendidos.
A PM também tem montado barreiras policiais no bairro.
Diferente da semana passada, as escolas não fecharam as portas nesta segunda-feira (24), mas o medo tem afetado a frequência dos alunos.
Em um dos CMEIs do bairro, que conta com 200 alunos matriculados de 1 a 4 anos de idade, a direção informou que apenas 32 foram para as aulas nesta segunda.
Na Escola Estadual Dinarte Mariz, o número de presentes foi maior, mas ainda abaixo do esperado: pouco mais de 200 alunos dos 300 matriculados compareceram.
“Conversando com as famílias e mostrando que a vida tem que continuar, mesmo dentro dessa perspectiva da violência que está em Mãe Luiza, mas que a gente vai tocando a escola, que a escola não vai parar”, disse o vice-diretor da escola, Marco Lira.
“Hoje [segunda-feira] abrimos, as pessoas vão conversando no bairro, isso acontece muito entre as famílias. Estão vendo a possibilidade de ter as aulas aqui funcionando normal. Acredito que a partir de terça, quarta-feira a gente volte a ter pelo menos 70%, 80% da nossa realidade frequentando as aulas aqui normalmente”.
Fonte: G1RN
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