Após cinco anos sem ofertar novas áreas para exploração, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) encerrou nessa terça-feira (14) a 11ª rodada de licitações com forte interesse do setor privado, que arrematou dois terços dos 155 mil quilômetros quadrados ofertados. Doze petroleiras do Brasil e 18 do exterior pagaram um volume recorde de bônus de assinatura pelas concessões (valor pago pelas empresas quando da assinatura dos contratos de concessão): R$ 2,823 bilhões, superando os R$ 2,1 bilhões da 9ª rodada, em 2007.
O valor pago pelas empresas na assinatura dos contratos ficou 797% acima do mínimo exigido pela ANP. Foram arrematados 142 dos 289 blocos ofertados com investimentos mínimos somando cerca de R$ 7 bilhões, um ágio de 628% em relação ao mínimo requerido. Com relação à Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, dos 30 blocos ofertados 18 foram arrematados garantindo investimentos mínimos de R$ 250 milhões no setor. O período de exploração na Bacia Potiguar varia de cinco a sete anos, e a fase de produção tem duração prevista de 27 anos. Esses prazos podem ser reduzidos ou ampliados em alguns casos previstos no contrato, segundo a ANP. Vinte dos 30 blocos são considerados ‘maduros’, ou seja, já são conhecidos.
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