Dias após invadir o litoral do Espirito Santo, a onda de rejeitos de mineração liberada após o rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, na Região Central de Minas, continua fazendo estragos no mar capixaba. Peixes mortos, impactos oceanográficos na fauna e flora da foz do Rio Doce e áreas marítimas adjacentes, transferências de tartarugas e interdição de praias são alguns dos problemas enfrentados naquele estado. A lama caminha ao sabor das ondas e da direção do vento e fez com que o município de Linhares interditasse duas praias da região da foz do rio: Regência e Povoação. A medida foi adotada de forma preventiva.
A praia de Regência, considerada paraíso para surfistas, quase ninguém se arrisca a entrar no mar. Nas redes sociais, muitos deles lamentaram a chegada da lama à praia. Já a Federação das Colônias e Associações dos Pescadores e Aquicultores do Espírito Santo (Fecopes) entrou na 2ª Vara Cível de Linhares, no litoral norte do estado, com uma ação coletiva de indenização na qual representa cerca de 3 mil trabalhadores. Eles foram atingidos pelo derramamento de lama do Rio Doce após o rompimento da barragem em Mariana. A ONU se pronunciou esta semana, com criticas às medidas tomadas após o terrível acidente, já considerado o maior desastre ecológico do Brasil.
O Governo do Rio Grande do Norte publicou nesta terça-feira (17), no Diário Oficial do…
O ex-delegado Rivaldo Barbosa, condenado a 18 anos de prisão por envolvimento no caso Marielle…
DÓLAR COMERCIAL: R$ 5,2690 DÓLAR TURISMO: R$ 5,4710 EURO: R$ 6,0480 LIBRA: R$ 6,9920…
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi formalmente citado nesta segunda-feira (16) no processo administrativo aberto pela Polícia…
Na terceira semana de guerra, o Irã exibe claros sinais de sua capacidade de sobrevivência aos ataques…
O Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou na edição desta segunda-feira (16) do Diário Oficial da União resolução que prevê crédito emergencial a pessoas…
This website uses cookies.