A capital paulista registrou mais uma morte por meningite na cidade, informou a Secretaria Municipal de Saúde. A vítima é um jovem de 22 anos que morava na Zona Norte.
Ainda conforme o órgão, mais um caso positivo também foi registrado entre segunda-feira (3) e terça-feira (4). Agora, a cidade contabiliza 10 mortes e 58 casos desde o começo do ano.
A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que a morte e o caso registrado não têm relação com os três surtos registrados em diferentes distritos da capital: Jardim São Luis, Pari e Vila Formosa/Aricanduva
A Vila Formosa registrou cinco casos de meningite no período de 16 de julho a 15 de setembro. Uma mulher de 42 anos morreu.
A pasta afirmou que se considera surto da doença meningocócica quando há ocorrência de três ou mais casos do mesmo sorogrupo em um período de 90 dias.
Diante das notificações, foram feitas ações de prevenção e controle da doença, como quimioprofilaxia dos comunicantes próximos (comprimidos dados a pessoas que tiveram contato com um paciente da doença para evitar o desenvolvimento da meningite) e intensificação vacinal na região.
O número de casos e óbitos confirmados neste ano ainda é menor do que o registrado em todo o ano de 2019, quando foram 158 casos registrados de meningite meningocócica e 28 óbitos.
Em 2021, foram 7 óbitos e 37 casos. Já em 2020, 12 óbitos e 72 casos da doença. A prefeitura diz que o baixo registro em 2020 e 2021 tem relação com as medidas restritivas adotadas durante a pandemia de Covid-19.
Como parte do calendário vacinal de rotina, o imunizante contra a meningite meningocócica C deve ser aplicado em bebês de 3, 5 e 12 meses.
Já o de meningite ACWY atualmente é aplicado na faixa etária de 11 a 14 anos de idade. A vacinação foi ampliada no dia 19 de setembro também para adolescentes de 13 a 14 anos até junho de 2023, conforme definições do Programa Nacional de Imunizações.
Apenas em situações excepcionais, como a do surto localizado que ocorre no momento nos distritos da Vila Formosa e Aricanduva, os imunizantes são indicados para adultos.
As exceções são profissionais de saúde, que podem ser vacinados mediante comprovante de vínculo empregatício em serviço de saúde do município de São Paulo, documento de Conselho de Classe, comprovante de profissão, certificado ou diploma. A vacinação desses profissionais está liberada até fevereiro de 2023.
Fonte: G1
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